sexta-feira, 3 de julho de 2009

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Sunddely I see - KT Tungstall


Sundenly I see - KT Tungstall

(Intro 4x) Dsus2 Dsus2/C Dsus2 Dsus2/C

Dsus2 Dsus2/C Dsus2 Dsus2/C
Her face is a map of the world Is a map of the world
Dsus2 Dsus2/C Dsus2 Dsus2/C
You can see she's a beautiful girl she's a beautiful girl
G A F#m Bm
And everything around her is a silver pool of light
G A F#m Bm
The people who surround her feel the benefit of it
G Gm7 D
It makes you calm she holds you captivated in her palm

Bm F#
Suddenly I see
G D
This is what I wanna be
Bm F#
Suddenly I see
Gm Csus
Why the hell it means so much to me
Bm F#
Suddenly I see
G D
This is what I wanna be
Bm F#
Suddenly I see
Gm D
Why the hell it means so much to me

( Dsus2 Dsus/C ) (4x)

Dsus2 Dsus2/C Dsus2 Dsus2/C
I feel like walking the world like walking the world
Dsus2 Dsus2/C Dsus2 Dsus2/C
You can hear she's a beautiful girl she's a beautiful girl
G A F#m Bm
She fills up every corner like she's born in black and white
G A F#m Bm
Makes you feel warmer when you're trying to remember
G
What you heard
Gm7 D
She likes to leave you hanging on a wire

Bm F#
Suddenly I see
G D
This is what I wanna be
Bm F#
Suddenly I see
Gm Csus
Why the hell it means so much to me
Bm F#
Suddenly I see
G D
This is what I wanna be
Bm F#
Suddenly I see
Gm D
Why the hell it means so much to me

( Dsus2 Dsus/C )
And she's taller than most
And she's looking at me
I can see her eyes looking from a page in a magazine
Oh she makes me feel like I could be a tower
A big strong tower
She got the power to be
The power to give
The power to see (6x)

Bm F#
Suddenly I see
G D
This is what I wanna be
Bm F#
Suddenly I see
Gm Csus
Why the hell it means so much to me
Bm F#
Suddenly I see
G D
This is what I wanna be
Bm F#
Suddenly I see
Gm D
Why the hell it means so much to me (2x)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Sonhando - D'Black

Sonhando - D'Black

Intro: A D9 Dm

A D9
Quem é essa menina do céu cor-de-rosa?
Dm A
Não sabe se rir, não sabe se chora
D9
Se ama ou se gosta
Dm
Sabe só que quer viver
A
Com alguém
D9 Dm
Será que sou eu? Mas eu
A D9 Dm
Não sei também

REFRÃO:
Bm
Ela vive na lua a contemplar o sol
A
Ela brinca no rio a desaguar no mar
E A
Ela beija meu rosto, depois de me abraçar
Bm
Ela faz teatro, ela assiste TV
A
Ela sabe dançar, ela adora correr
D9 Dm A D9 Dm D4
Ela ama gritar e isso é viver
A
Ela é tão simples quanto a poesia
D9 Dm
Tão fácil de amar, sem ser compreendida
A
Um mundo de intenções em cada olhar
D9 Bm (Bm C# D9) E (A D9 Dm) 2X
E, sinceramente, eu não sei decifrar

A D9
Quem é essa menina do céu cor-de-rosa?
Dm A
Não sabe se ri, não sabe se chora
D9
Se ama ou se gosta
Dm
Sabe só que quer viver
A
Com alguém
D9 Dm
Será que sou eu? Mas eu
A D9 Dm
Não sei também

REFRÃO:
Bm
Ela vive na lua a contemplar o sol
A
Ela brinca no rio a desaguar no mar
E A
Ela beija meu rosto, depois de me abraçar
Bm
Ela faz teatro, ela assiste TV
A
Ela sabe dançar, ela adora correr
D9 Dm A D9 Dm D4
Ela ama gritar e isso é viver

A
Menina-mulher, me diz quem é você
D9 Dm
Ela diz o seu nome, começa com "D"
A
Ao ouvir sua voz, eu me aproximei
D9 Bm (Bm C# D9)
Quando eu ia beijá-la
E A
Eu acordei

terça-feira, 9 de junho de 2009

SER


"...Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é..."


(Dom de Iludir - Caetano Veloso)

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Alguém


Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração para de funcionar por alguns segundos, preste atenção. Pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e neste momento houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante e os olhos encherem d'água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente divino: o amor.
Se um dia tiver que pedir perdão um ao outro por algum motivo e em troca receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos e os gestos valerem mais que mil palavras, entregue-se: vocês foram feitos um pro outro.
Se por algum motivo você estiver triste, se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa sofrer o seu sofrimento, chorar as suas lágrimas e enxugá-las com ternura, que coisa maravilhosa: você poderá contar com ela em qualquer momento de sua vida.
Se você conseguir em pensamento sentir o cheiro da pessoa como se ela estivesse ali do seu lado... se você achar a pessoa maravilhosamente linda, mesmo ela estando de pijamas velhos, chinelos de dedo e cabelos emaranhados...
Se você não consegue trabalhar direito o dia todo, ansioso pelo encontro que está marcado para a noite... se você não consegue imaginar, de maneira nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado...
Se você tiver a certeza que vai ver a pessoa envelhecendo e, mesmo assim, tiver a convicção que vai continuar sendo louco por ela... se você preferir morrer antes de ver a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida. É uma dádiva.
Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na vida, mas poucas amam ou encontram um amor verdadeiro. Ou às vezes encontram e por não prestarem atenção nesses sinais, deixam o amor passar, sem deixá-lo acontecer verdadeiramente.
É o livre-arbítrio. Por isso preste atenção nos sinais, não deixe que as loucuras do dia a dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: o amor.


(Carlos Drummond de Andrade)

S2


"Ah! o amor ... que nasce não sei onde, vem não sei como e dói não sei porque..."

(Carlos Drummond de Andrade)


O amor é fogo que arde sem se ver


Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?

(Luís Vaz de Camões)

sábado, 30 de maio de 2009

Violões que Choram



Ah! plangentes violões dormentes, mornos,
Soluços ao luar, choros ao vento...
Tristes perfis, os mais vagos contornos,
Bocas murmurejantes de lamento.

Noites de além, remotas, que eu recordo,
Noites da solidão, noites remotas
Que nos azuis da Fantasia bordo,
Vou constelando de visões ignotas.

Sutis palpitações a luz da lua,
Anseio dos momentos mais saudosos,
Quando lá choram na deserta rua
As cordas vivas dos violões chorosos.

Quando os sons dos violões vão soluçando,
Quando os sons dos violões nas cordas gemem,
E vão dilacerando e deliciando,
Rasgando as almas que nas sombras tremem.

Harmonias que pungem, que laceram,
Dedos Nervosos e ágeis que percorrem
Cordas e um mundo de dolências geram,
Gemidos, prantos, que no espaço morrem...

E sons soturnos, suspiradas magoas,
Mágoas amargas e melancolias,
No sussurro monótono das águas,
Noturnamente, entre ramagens frias.

Vozes veladas, veludosas vozes,
Volúpias dos violões, vozes veladas,
Vagam nos velhos vórtices velozes
Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.

Tudo nas cordas dos violões ecoa
E vibra e se contorce no ar, convulso...
Tudo na noite, tudo clama e voa
Sob a febril agitação de um pulso.

Que esses violões nevoentos e tristonhos
São ilhas de degredo atroz, funéreo,
Para onde vão, fatigadas do sonho
Almas que se abismaram no mistério.

Sons perdidos, nostálgicos, secretos,
Finas, diluídas, vaporosas brumas,
Longo desolamento dos inquietos
Navios a vagar a flor de espumas.

Oh! languidez, languidez infinita,
Nebulosas de sons e de queixumes,
Vibrado coração de ânsia esquisita
E de gritos felinos de ciúmes!

Que encantos acres nos vadios rotos
Quando em toscos violões, por lentas horas,
Vibram, com a graça virgem dos garotos,
Um concerto de lágrimas sonoras!

Quando uma voz, em trêmolos, incerta,
Palpitando no espaço, ondula, ondeia,
E o canto sobe para a flor deserta
Soturna e singular da lua cheia.

Quando as estrelas mágicas florescem,
E no silêncio astral da Imensidade
Por lagos encantados adormecem
As pálidas ninféias da Saudade!

Como me embala toda essa pungência,
Essas lacerações como me embalam,
Como abrem asas brancas de clemência
As harmonias dos Violões que falam!

Que graça ideal, amargamente triste,
Nos lânguidos bordões plangendo passa...
Quanta melancolia de anjo existe
Nas visões melodiosas dessa graça.

Que céu, que inferno, que profundo inferno,
Que ouros, que azuis, que lágrimas, que risos,
Quanto magoado sentimento eterno
Nesses ritmos trêmulos e indecisos...

Que anelos sexuais de monjas belas
Nas ciliciadas carnes tentadoras,
Vagando no recôndito das celas,
Por entre as ânsias dilaceradoras...

Quanta plebéia castidade obscura
Vegetando e morrendo sobre a lama,
Proliferando sobre a lama impura,
Como em perpétuos turbilhões de chama.

Que procissão sinistra de caveiras,
De espectros, pelas sombras mortas, mudas.
Que montanhas de dor, que cordilheiras
De agonias aspérrimas e agudas.

Véus neblinosos, longos véus de viúvas
Enclausuradas nos ferais desterros
Errando aos sóis, aos vendavais e às chuvas,
Sob abóbadas lúgubres de enterros;

Velhinhas quedas e velhinhos quedos
Cegas, cegos, velhinhas e velhinhos
Sepulcros vivos de senis segredos,
Eternamente a caminhar sozinhos;

E na expressão de quem se vai sorrindo,
Com as mãos bem juntas e com os pés bem juntos
E um lenço preto o queixo comprimindo,
Passam todos os lívidos defuntos...

E como que há histéricos espasmos
na mão que esses violões agita, largos...
E o som sombrio é feito de sarcasmos
E de Sonambulismos e letargos.

Fantasmas de galés de anos profundos
Na prisão celular atormentados,
Sentindo nos violões os velhos mundos
Da lembrança fiel de áureos passados;

Meigos perfis de tísicos dolentes
Que eu vi dentre os vilões errar gemendo,
Prostituídos de outrora, nas serpentes
Dos vícios infernais desfalecendo;

Tipos intonsos, esgrouviados, tortos,
Das luas tardas sob o beijo níveo,
Para os enterros dos seus sonhos mortos
Nas queixas dos violões buscando alivio;

Corpos frágeis, quebrados, doloridos,
Frouxos, dormentes, adormidos, langues
Na degenerescência dos vencidos
De toda a geração, todos os sangues;

Marinheiros que o mar tornou mais fortes,
Como que feitos de um poder extremo
Para vencer a convulsão das mortes,
Dos temporais o temporal supremo;

Veteranos de todas as campanhas,
Enrugados por fundas cicatrizes,
Procuram nos violões horas estranhas,
Vagos aromas, cândidos, felizes.

Ébrios antigos, vagabundos velhos,
Torvos despojos da miséria humana,
Têm nos violões secretos Evangelhos,
Toda a Bíblia fatal da dor insana.

Enxovalhados, tábidos palhaços
De carapuças, máscaras e gestos
Lentos e lassos, lúbricos, devassos,
Lembrando a florescência dos incestos;

Todas as ironias suspirantes
Que ondulam no ridículo das vidas,
Caricaturas tétricas e errantes
Dos malditos, dos réus, dos suicidas;

Toda essa labiríntica nevrose
Das virgens nos românticos enleios;
Os ocasos do Amor, toda a clorose
Que ocultamente lhes lacera os seios;

Toda a mórbida música plebéia
De requebros de faunos e ondas lascivas;
A langue, mole e morna melopéia
Das valsas alanceadas, convulsivas;

Tudo isso, num grotesco desconforme,
Em ais de dor, em contorsões de açoites,
Revive nos violões, acorda e dorme
Através do luar das meias noites!

(Cruz e Sousa)

domingo, 24 de maio de 2009

Tempo


"O tempo perguntou pro tempo quanto tempo o tempo tem, o tempo respondeu pro tempo que o tempo tem tanto tempo quanto o tempo tem."

Tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic tac tic...

sábado, 23 de maio de 2009